DUAS PERGUNTAS PARA A FELICIDADE

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Incontáveis pesquisas já mostraram que as Expectativas são as condutoras da felicidade. E a felicidade não tem tanto a ver com suas condições econômicas ou com o quão feliz você é neste exato momento, mas com seu estado atual em comparação a como você gostaria de estar.

Por causa deste mecanismo de retroprojeção das expectativas, muitos sujeitos que vivem “na pior” em geral se dizem mais felizes que aqueles cheios de coisas e posses que vivem em ambientes onde outros mais ricos têm muito mais.

O lance é que, se você pretende intensificar a satisfação com a vida, deve diminuir suas expectativas. Isso não significa assumir uma posição de vítima ou derrotista, ou começar a louvar a pobreza e a miséria como passaportes para o paraíso.

Sua tarefa como ser inteligente (vamos considerar que você seja um, ok?) consiste em eliminar os elementos não-essenciais de sua vida e focar no que realmente importa acima de tudo.

No livro The Longevity Plan, o médico John D. Day aborda esse desafio de “edição de importâncias” sugerindo dois questionamentos que devem ser feitos antes de se tomar uma decisão:

1) Você tem o que precisa?
2) Você realmente precisa daquilo que quer?

Essas duas perguntinhas simples podem ser aplicadas a tudo, desde suas demandas físicas (abrigo, comida, roupa) e virtuais (e-mail, redes sociais, entretenimento digital) até os recônditos de seu universo emocional mais íntimo (amizades, envolvimentos românticos, tristezas, medos).

Permita que a filosofia, o bom senso e a razão sejam seus guias.
Leia, estude, pense e repense.
E então viva uma vida plena.

 

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