O PARTO HUMANIZADO ENCONTRA A LACROSFERA ESQUERDISTA

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“AIN, AGORA A GESTANTE NÃO PODE MAIS RECUSAR QUALQUER PROCEDIMENTO CASO O MÉDICO JULGUE QUE ELA ESTÁ COLOCANDO O FETO EM RISCO. NA MINHA OPINIÃO, ACABA DE ACABAR O DIREITO AO CONSENTIMENTO ESCLARECIDO”.

(Fonte: Enfermeira Militante do Parto Humanizado e que antes das eleições de 2018 rotulava Bolsonaro como “o candidato das trevas”).

É o seguinte: a Resolução Nº 2.232, publicada no DOU em 17 de julho de 2019, é bem explícita ao salientar que

“Art. 5º A recusa terapêutica não deve ser aceita pelo médico quando caracterizar abuso de direito.
§ 1º Caracteriza abuso de direito:
I – A recusa terapêutica que coloque em risco a saúde de terceiros.
§ 2º A recusa terapêutica manifestada por gestante deve ser analisada na perspectiva do binômio mãe/feto, podendo o ato de vontade da mãe caracterizar abuso de direito dela em relação ao feto”.

Em outras palavras: havendo impossibilidade de concluir o parto por vias naturais, e sendo necessário realizar alguma intervenção com indicação clínica e dentro das técnicas preconizadas, o médico encontra-se livre para agir dentro de seu conhecimento e da boa prática da medicina.

Muitas vezes, em um momento assim, a gestante pode não possuir condições cognitivas ou serenidade suficiente para compreender que o ato está sendo indicado para salvar a vida do feto e, muitas vezes, dela mesma.

Uma vez informada da necessidade imperativa de realizar a intervenção para preservação da vida do bebê, e havendo recusa da paciente em consentir com o ato, o médico tem a prerrogativa de conduzir o caso segundo o descrito na técnica, estando agora respaldado por uma resolução oficial.

Ser contra isso é ser contra a vida do bebê e aceitar colocar a gestante em perigo pela ausência de um conhecimento que ela não possui. É problematizar a tecnicidade e menosprezar o direito à vida – uma conduta típica das mentalidades psicopatas que habitam a lacrosfera esquerdista.

Pessoas com este tipo de raciocínio imbecil, que aceitam colocar vidas em risco em nome de narrativas relativistas inertes e monstruosamente desconectadas da realidade, não deveriam estar trabalhando na área da saúde, mas sendo atendidas em ambulatórios de psiquiatria.

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Referência: http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-2.232-de-17-de-julho-de-2019-216318370

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