ANSIEDADE: O MAL DO SÉCULO XXI

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Todo mundo se sente ansioso em algum momento da vida. Tentando impressionar a gata em um encontro, viajando de avião, mudando de casa ou cidade, fazendo uma prova na faculdade, indo para uma entrevista para um novo emprego ou para uma consulta médica, se arriscando ao empreender em um negócio próprio… A agitação interna, a adrenalina, o nervosismo, o frio no estômago – estes são todos fenômenos esperados em situações assim.

Entretanto, algumas pessoas apresentam estas manifestações de modo mais intenso e com maior freqüência. O medo irracional assume o controle como se aquele evento – insignificante à primeira vista – fosse desencadear todo tipo de catástrofe imaginável no apocalipse.

Fora dos limites do razoável, a Ansiedade se transforma em um transtorno – e isso parece estar se tornando mais comum a cada dia. De acordo com dados do National Institute of Mental Health, 40 milhões de pessoas nos EUA apresentam algum tipo de Transtorno da Ansiedade. No Brasil, pelo menos 8% da população sofre com o problema.

As reações ansiosas são instintivas, não fazem parte da mente consciente, mas produzem alterações bastante reais, incluindo irritabilidade, vertigens, suores frios, crises de nervosismo, falta de ar, náuseas, diarreia e problemas de sono.

Os transtornados ansiosos tendem a ser hipervigilantes com relação à negatividade e se preocupam excessivamente com o futuro. No trabalho, pessoas excessivamente ansiosas são tímidas e tendem a se manter longe de qualquer risco de confronto.

UM PROBLEMA ANTIGO OU RECENTE?

Nas últimas décadas, autoridades em saúde mental debateram exustivamente se o Transtorno da Ansiedade é de fato uma epidemia típica da modernidade ou se este problema já andava por aí há mais tempo. Será que as pessoas de 50 ou 100 anos atrás não sofriam de ansiedade ou não conversavam abertamente a respeito, permitindo que o transtorno fosse angariando legiões abaixo do nível de detecção do radar dos profissionais da área?

Certamente, até meio século atrás, poucos procuravam algum tratamento: os remédios ansiolíticos específicos só começaram a ser produzidos e comercializados a partir da década de 1980. Antes disso, os únicos recursos medicamentosos para o problema consistiam em ópio, álcool e barbitúricos – todos com eficácia questionável e sérios problemas de segurança clínica.

Foram necessários alguns anos de análises acuradas das informações estatísticas disponibilizadas para solucionar o mistério. E a resposta foi Sim, estamos nos tornando cada vez mais Ansiosos. E esta epidemia vem se alastrando, aparentemente, desde 1930.

Em Generation Me, livro publicado em 2006, a autora Jean Twenge, psicóloga e pesquisadora da Universidade de San Diego (EUA), defende a tese de que a vida moderna não parece estar sendo muito benéfica para a saúde mental. Utilizando dados do Minnesota Multiphasic Personality Inventory, uma avaliação aplicada a jovens em idade escolar, Twenge observou um claro aumento dos sintomas associados a depressão e ansiedade desde a década de 1930.

Segundo Twenge, “existem muitas coisas boas associadas ao progresso social e tecnológico, e nossa vida certamente é mais fácil que a de nossos pais e a de nossos avós por causa desses avanços. Mas, apesar dessa maior prosperidade, existe mais tristeza, mais depressão e mais ansiedade”.

O problema primário parece residir no fato de que a vida moderna tornou as famílias menores. “O índice de divórcio aumentou e os casamentos tendem a ocorrer em uma fase mais tardia da vida. Ganhamos mais autonomia, mas o preço desta igualdade e liberdade foi mais ansiedade e depressão porque, paradoxalmente ao incremento da facilidade de conexão, nos tornamos mais isolados”, defende Jean Twenge.

Em um estudo publicado em 2015 no Social Indicators Research, abrangendo dados de mais de 6 milhões de pessoas, Twenge retomou o tema dos Transtornos de Ansiedade e observou que as disfunções da memória eram 38% mais freqüentes na década de 2010 em comparação aos anos 1980; a dificuldade para dormir, 74% mais comum; e o estresse, 50%. Contudo, ao examinar as respostas específicas para o item “você se sente deprimido ou ansioso?”, os resultados encontrados nos anos 2010 não foram muito diferentes daqueles da década de 1980.

A maioria das pessoas não percebe que problemas de memória e dificuldade para dormir podem ser sinais de Ansiedade. Muitos dos que se dizem apenas estafados, desanimados, esgotados ou perturbados sem algum motivo aparente, podem na verdade estar sofrendo de um Transtorno de Ansiedade ainda não diagnosticado de maneira adequada.

O QUE LEVOU A ANSIEDADE A SE TORNAR UMA EPIDEMIA?

Cientes agora de que o Transtorno de Ansiedade é uma praga moderna, passamos à pergunta seguinte: por que ela se tornou uma epidemia de 1980 para cá?

Seguindo o raciocínio exposto em Generation Me, poderíamos assumir que a raiz do problema está no fato de estarmos mais conectados digitalmente, mas menos conectados uns aos outros. A rotina do dia a dia tornou-se menos comunitária e colaborativa, particularmente quando comparada à vida de poucos séculos atrás. Apesar dos adereços de modernidade, ainda somos pequenos mamíferos em busca de aceitação e afeto: o risco de ser excluído de uma comunidade ou ser rejeitado por um grupo ao qual deseja pertencer continua sendo um fantasma que aterroriza as pessoas de hoje.

O medo do futuro também é uma ameaça relevante: queremos encontrar um bom emprego, viver de modo independente, comprar a própria casa, casar, ter filhos e prover uma família como nossos pais fizeram. Mas queremos tudo isso junto e rápido, instantâneo como um miojo.

A psicologia evolucionária diz o problema está entre o ambiente que construímos (cidades, burocracias e mídias sociais) e o ambiente primitivo que formatou nossos corpos e mentes durante dezenas de milhares de anos (a vida tribal em uma savana, por exemplo).

Em nome da boa vontade, podemos elencar 5 mecanismos principais através dos quais o mundo moderno passou a acarretar Transtornos da Ansiedade:

1. Interagimos com uma diversidade muito maior de pessoas.

A diversidade é uma coisa boa. Um grupo heterogêneo de pessoas possui mais chances de produzir soluções melhores que um grupo homogêneo. Contudo, essa pluralidade também força o cérebro a se adaptar a um conjunto quase infinito de valores discrepantes.

Algumas dessas diferenças são triviais – outras não. Por entre todas elas, somos forçados a encontrar um caminho para conviver com pessoas que influenciam nosso bem estar – sejam essas pessoas agradáveis ou não. É como andar em uma corda bamba sobre um desfiladeiro de compreensões abstratas e moralidades opostas, desde berço até o túmulo. E isso gera expectativas, culpas, inadequação, raiva, e, eventualmente, ansiedade exagerada.

2. Estabelecemos padrões muito elevados para comparação.

Na televisão, no Facebook, no Instagram, no Youtube, no Linkedin e pelas paisagens intangíveis da Web afora, todo mundo é lindo, sorridente, se diverte o tempo todo, tem talento, está sempre em algum lugar espetacular ou parece não ter qualquer preocupação com dinheiro. E queremos ser iguais a essas pessoas. A todas essas pessoas. O tempo todo.

Este é um padrão impossível de ser alcançado.

É natural querer ser o cara mais boa pinta da tribo ou a menina mais atraente do pedaço, ou gerenciar os melhores recursos, ou ser o maior especialista do mundo em alguma coisa. Houve um tempo em que podíamos estabelecer uma meta assim e atingi-la. Mas o mundo cresceu. Éramos 1,56 bilhões de seres humanos em 1900; somos agora 7,6 bilhões e devemos alcançar a marca de 8,6 bilhões de viventes até 2030.

As dificuldades e os padrões subiram – assim como os níveis de ansiedade para fazer parte de uma elite cada vez mais restrita.

3. Estamos mais especializados.

Acredita-se que Aristóteles tenha lido todos os textos intelectuais existentes na Grécia antiga em seu tempo. Por volta do ano de 1500, se você fosse razoavelmente inteligente e tivesse uma quantidade suficiente de tempo livre, poderia ler a maior parte de todos os artigos acadêmicos publicados até então. Mas a Renascença (sécs. XIV e XVI) e o Iluminismo (séc. XVIII), somados à invenção da tipografia por Johannes Gutemberg em 1455, explodiram o volume de conhecimento disponível.

Em 1950, com alguma sorte você seria capaz de dominar uma sub-disciplina como História Chinesa, por exemplo. Hoje, pode-se chamar de sortudo um sujeito capaz de dominar uma sub-sub-disciplina – como a história dos 15 anos da dinastia Chin. É preciso um esforço descomunal para se tornar um mestre em um campo bastante restrito do conhecimento – e as recompensas por este tipo de trabalho costumam ser exíguas.

O nível de especialização necessário para obter algum destaque aumentou. E subir os degraus íngremes do conhecimento não é garantia alguma de que seu rosto ganhará algum realce no meio da manada.

4. Os mercados se tornaram mais eficientes.

Se você oferece algum produto que ninguém mais oferece, pode cobrar caro por isso – e as pessoas irão lhe pagar. Todavia, esse esquema não irá durar muito: se sua margem de lucro for muito boa, outros perceberão isso e copiarão seu negócio, e os preços cairão. Havendo concorrência suficiente, os preços eventualmente tendem a atingir níveis não muito acima dos custos de produção. E não adianta reclamar: é assim que agem as diligências reflexas do mercado de produção e consumo.

Como consumidores, adoramos essa dinâmica. Como empreendedores, não.

O mesmo raciocínio pode ser aplicado ao mercado de trabalho: se suas habilidades são raras, você é bem pago. Se sua atividade render bons dividendos, outras pessoas perceberão a oportunidade e começarão a desenvolver as habilidades necessárias para competir com você. Se a oferta de profissionais qualificados crescer mais rápido que a demanda pelo serviço, os valores irão cair.

Como empreendedores, adoramos essa dinâmica. Como trabalhadores, nem tanto.

Um mercado bem equilibrado funciona bem para nós. Os benefícios que recebemos pelos preços mais baixos e pela prestação de serviços mais baratos compensam as frustrações advindas de vendermos nossos próprios produtos e serviços por preços mais em conta.

No longo prazo e de um modo geral, colhemos mais recompensas em mercados competitivos. Mas isso não impede que estes mercados nos frustrem pessoalmente. Se você perde um emprego devido ao aumento da competição por aquela posição, a equação não irá pender a seu favor – pelo menos no curto prazo.

Um mercado de trabalho eficiente eleva os padrões e os custos de vida. A longevidade aumenta. As posses aumentam. As opções de entretenimento aumentam. O nível educacional aumenta. Mas… nos tornamos mais felizes com isso?

Talvez sim. Talvez não.

Há uns 2,5 milhões de anos e durante todo o Paleolítico, nossa posição na tribo era bem segura. Nossas habilidades eram valiosas e permaneciam assim durante a vida toda.

Hoje, sua posição tem nada de segura. Se há muita competição por aquela vaga, você pode ser substituído a qualquer momento. E quase sempre existe alguém mais qualificado que você na fila de espera.

Hoje, um trabalhador pode ser substituído a despeito de sua dedicação e qualidade. Mais que isso: empresas inteiras podem ser substituídas. Se outra companhia surge oferecendo uma alternativa melhor ou mais barata, pode ocorrer de todos perderem seus empregos e não por culpa própria. Simplesmente, uma empresa (aquela onde você vestiu a camisa e suou por anos) foi substituída por outra.

Quer você seja dono do seu próprio negócio ou um trabalhador assalariado, no mundo moderno vivemos todos sob este fio que segura a espada de Dâmocles: a insegurança ante o grande poder do Mercado e o risco de danação por nossa obsolescência inevitável.

5. A velocidade da inovação aumentou.

Seu smartphone possui uma capacidade computacional muito acima daquela que a NASA utilizou na missão Apolo para levar astronautas à Lua – e este ritmo de inovação não diminuiu.

Iniciado em 1989, o Projeto Genoma Humano consumiu 3 bilhões de dólares e 13 anos para sequenciar os genes que codificam um ser humano. Duas décadas depois, uma máquina já era capaz de fazer o mesmo trabalho em menos de 1 dia e por uma fração ínfima desse valor.

Graças à diversidade cultural, aos padrões elevados de qualidade, ao nosso extraordinário grau de especialização e à eficiência do mercado, novas descobertas, novos equipamentos e novas tecnologias passaram a ser inventados a cada minuto, gerando uma nova ameaça: a Progeria Empresarial.

Progéria (do grego “pro”, significando antes, e “geras”, velho), ou Síndrome de Huntchinson-Gilford, é uma doença genética manifestada por um envelhecimento precoce logo nos primeiros anos de vida. Desde sua identificação em 1886, só foram relatados cerca de 100 casos em todo mundo – o que torna este distúrbio extremamente raro no meio médico. Se os cientistas se voltassem para o universo empresarial, veriam que ele é bem mais comum neste meio.

Setores industriais inteiros podem envelhecer e minguar da noite para o dia devido ao avanço tecnológico. Basta ver o que ocorreu nos últimos 30 anos com os fabricantes de discos de vinil, mídias flexíveis de 5 ¼, fitas K7, secretárias eletrônicas, pagers, máquinas de datilografia e tubos catódicos para TV. Isso para não falar sobre o mercado para condutores de charretes, pilotos de bonde, operadores de mesa de telefonia, arrumadores de pinos de boliche, acendedores de lampião para iluminação pública – e por aí vai.

À medida que o ritmo das inovações está acelerando, a realidade vai se tornando cada vez mais dura. Quem não acompanhar a velocidade dessa reforma se tornará irrelevante e será sumariamente deixado para trás. Após anos de dedicação para construir o mundo, se este mundo não encontrar qualquer utilidade para você, ele lhe abandonará sem piedade. Simples assim, sem choro nem vela.

Ficou ansioso agora?

20 ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM A ANSIEADE

Até aqui, acredito que você tenha entendido bem duas coisas:

  • O Transtorno de Ansiedade é uma epidemia moderna.
  • Ele deriva de uma série de fatores, como aumento do número de pessoas com quem temos que interagir, estabelecimento de padrões mais elevados de qualidade, obrigação do incremento no grau de especialização, maior eficiência dos mercados e inovações cada vez mais velozes (que exigem capacidades adaptativas mais enérgicas e competentes).

Uma quantidade descomunal de textos, sites, livros e “especialistas” insistem em defender que o Transtorno de Ansiedade não é uma falha de caráter, que ele não afeta necessariamente mais as pessoas fracas ou de personalidade vulnerável.

Pura balela.

As causas do Transtorno de Ansiedade estão ligadas diretamente à sua capacidade de lidar com os desafios que o mundo lhe oferece. Em outras palavras: a proporção da intensidade de sua ansiedade é diametralmente oposta à sua perícia em resistir e superar seus obstáculos íntimos e públicos.

Fomos nós que construímos essa sociedade que está aí – ela não foi manufaturada sob encomenda por alguma deidade mística, tampouco é um holograma elaborado por civilizações alienígenas avançadas. Essa sociedade é real e um produto nosso, os Homo sapiens. Você deveria saber lidar com esses elementos a essa altura da vida.

O Transtorno de Ansiedade varia segundo características associadas à cultura, gênero, idade, estrato econômico e raça: Asiáticos tendem a se queixar menos de ansiedade que afro-descendentes e hispânicos, por exemplo. Em um estudo avaliando 1751 pacientes ambulatoriais na Alemanha, os pacientes diagnosticados como patologicamente ansiosos eram significativamente mais velhos, com menor nível de escolaridade e predominantemente do sexo feminino.

A irritabilidade temperamental, a incapacidade para tolerar frustrações e controlar seus impulsos, a tendência para supervalorizar experiências negativas, a hostilidade gratuita, a baixa auto-estima, a falta de sociabilidade e de perspectivas de futuro são reconhecidamente fatores de risco que predispõem ao Transtorno de Ansiedade.

Isto posto, conforme-se com o fato de que não existe um único traço de força sequer em seu Transtorno de Ansiedade. Pessoas extremamente ansiosas não são perfeccionistas, sofisticadas, sentimentais, delicadas ou complexas: elas são fracas. Simples assim. Receba de bom grado o diagnóstico correto e livre-se dos conceitos equivocados o quanto antes. Caso contrário, continuará vivendo o mesmo dia, todo dia, preso no mesmo lugar enlameado de auto-vitimização, achando que uma mudança nas nuvens acima significa alguma mudança no seu estado geral – sem que você tenha que mexer um dedo no seu padrão de comportamento para tanto.

O Transtorno de Ansiedade não é um sinal de determinação e bravura. É uma fragilidade, uma precariedade nas suas atitudes. E não adianta procurar um berço onde ir chupar o dedo de algum aconselhamento condescendente lhe dizendo o contrário. Sim, ansiedade demais é fraqueza. E é seu dever desvencilhar-se disso.

Para incrementar sua armadura e garantir a conquista de qualquer Transtorno Ansioso, preparamos uma coletânea de 20 textos sobre os quais você deveria refletir. Seja valente e aceite a missão de:

  1. Explorar-se. Se deseja realmente viver com plenitude, amarre um cilindro de oxigênio nas costas e mergulhe fundo, bem fundo. Vá além da sua mente Consciente: vença seus medos e vá até o Subconsciente. Explore-o ao ponto de chamar cada abismo pelo apelido – e descubra finalmente quem você sempre foi e nunca soube.
  1. Distanciar-se da Negação. Se continuar fazendo o que sempre fez, vai receber o mesmo de sempre. Não seja complacente consigo mesmo: identifique seus comportamentos de Negação e pare de culpar os outros pelos seus próprios insucessos ou pela sua incapacidade de deixar a sua zona de conforto. Não paute sua vida na busca por bodes expiatórios para cada tropeço que você der.
  1. Libertar-se de suas Tiranias. Quanto mais você for capaz de reconhecer as vozes tiranas, menos poder elas terão sobre você.
  1. Desvencilhar-se da Mentalidade Evitante. A Mentalidade Evitante poderia ser classificada como uma imensa coletânea de escudos e defesas engendrados em mecanismos complexos para evitar novos traumas. O Evitante deseja desesperadamente alguém que lhe permita crescer, e, simultaneamente, é aterrorizado por esta mesma idéia.
  1. Assumir suas Responsabilidades. Sim, admita: amamos culpar algo ou alguém pelo nosso infortúnio. Por que a mente muitas vezes insiste em eximir-se de suas responsabilidades dessa maneira?
  1. Aceitar seus Erros. O insucesso pode ser um preditor do sucesso. E esta não é uma observação casual de psicologia, mas uma afirmação com fortes raízes biológicas.
  1. Governar seu Medo. Medo significa acúmulo. E vice-versa.
  1. Ousar! Seja ousado e pare de criar desculpas.
  1. Simplificar. A simplicidade é a derradeira sofisticação. Entenda e aplique a filosofia KISS em sua vida.
  1. Fomentar a Honra. Hoje mais do que nunca, necessitamos recuperar o conceito pleno e altruísta de Honra. A bem da verdade, não necessitamos recuperá-lo, mas VIVÊ-LO.
  1. Adestrar sua Força de Vontade. Tudo que produz crescimento exigirá esforço da sua parte. Exigirá foco e, muitas vezes, uma tolerância pragmática com o desconforto. É nessa hora que as reservas de força de vontade são indispensáveis.
  1. Desenvolver sua Astúcia. Você não precisa ser maior ou mais malvado que a Ansiedade. Na verdade, você só precisa ser mais ASTUTO que ela.
  1. Fortalecer sua Autoestima. A autoestima não é uma necessidade vital como comida ou água, mas é um suplemento que pode melhorar dramaticamente sua vida – ou drenar dela todo sabor e alegria, quando escassa.
  1. Dominar a arte do Questionamento. Quanto mais crítico você se mostrar em relação à autoridade de suas ideias, mais livre será.
  1. Potencializar a Estabilidade. Quem disse que você tem que ser apenas uma única coisa a vida inteira?
  1. Manter o Equilíbrio. Você é capaz de receber uma reprimenda sem explodir? Se desapontar sem mostrar-se visivelmente desencorajado? Consegue rir com os outros quando VOCÊ é a piada? Mantém a jovialidade quando as coisas dão errado? Se mantem calmo em uma emergência?
  1. Aprimorar seu relacionamento com o presente. Você já parou para pensar no momento presente como se ele fosse o grande amor da sua vida?
  1. Percorrer sua vida como um Artesão. Enquanto a maioria das pessoas aborda seu trabalho com a intenção de terminá-lo, um Artesão age mais preocupado com O QUÊ está criando do que com a velocidade com que irá finalizar a tarefa
  1. Meditar. Suas ideias não são você: elas são algo que você POSSUI. Deixá-las no comando da sua vida é uma opção que você faz. Ou não faz.
  1. Pensar e agir com Sabedoria acima de tudo. Você tem o que precisa? E realmente precisa daquilo que quer?

 

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