VENÇA A MEDIOCRIDADE

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Você já deve ter percebido: vivemos em um mundo onde a banalidade foi uniformizada. Passamos a aceitar o médio e o ordinário como uma norma nos relacionamentos, nas condutas, nas ideias, nos produtos e nos serviços que recebemos.

Um exemplo: décadas atrás, as companhias aéreas guerreavam entre si para ver quem oferecia o serviço com maior nível de excelência aos passageiros. O que se vê hoje? Poltronas espremidas, barrinhas de cereal e nenhuma preocupação explícita em cativar. Pior que isso, só o fato de termos nos acostumado a receber esse tipo de atendimento e encará-lo como algo trivial.

Não nos mobilizamos ou agimos ativamente para mudar esse padrão. Apenas reclamamos e seguimos aceitando, nunca forçando um questionamento ou a superação da mediocridade.

Este mesmo princípio pode ser aplicado à sua vida pessoal. Crescemos habituados a uma sociedade que tem como meta uma lista de resultados medíocres. Não temos uma cultura de sucesso ou uma cultura que nos empurre para sermos melhores de fato.

Alguns sujeitos são bem sucedidos.Têm uma boa carreira, ganham um bom dinheiro, mas são obesos. E eles acham normal carregar por aí uma barriga de 8 meses de gestação. Não se esforçam pelo condicionamento físico. Guardaram na gaveta a recomendação “mente sã em corpo são” e aceitaram a vulgaridade do excesso de peso.

A atitude correta seria buscar SEMPRE ser o máximo possível, em todas as esferas da sua vida, e NUNCA aceitar menos que isso. Independente da normalização da mediocridade, é SEU dever lutar por atitudes e resultados melhores e ser um exemplo para os demais.

O condicionamento físico é um lugar bem óbvio para trabalhar isso. Esqueça a média: vá para o máximo. Crie um plano e force seus limites. Na sequência, extrapole o conceito e assista menos TV, leia mais livros, abandone a autopiedade, amplifique sua sabedoria. Dedique-se ao seu trabalho ao ponto de ser uma referência nele.

Muitos alunos consideram uma nota 7 numa prova um resultado razoável. O problema em aceitar a “média razoável” é que seu subconsciente irá entender que estar na “média” é bom e aceitável – e ajustará a intensidade dos esforços para se manter neste nível. Contudo, exigir de si mesmo um 9 ou um 10 envia uma mensagem completamente diferente ao cérebro: você está avisando que não irá relaxar até conseguir extrair nada menos que o melhor de si mesmo.

Se quer algo melhor, então deverá fazer algo diferente do que fez até hoje. Sua história lhe trouxe até aqui, mas reviver o passado não é um passaporte para o futuro – é no máximo uma aposta em mais do mesmo. Para progredir, você deverá empenhar sua força de vontade e decidir que a mediocridade não é um padrão aceitável para sua vida.

Vá além. Seja o máximo!

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