AS VACINAS CONTRA COVID19 E A INDECÊNCIA

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Desde o final de 2020 e, especialmente, a partir do começo de 2021, vários países apostaram na imunização em massa como a tábua da salvação para sair do labirinto de medidas draconianas adotadas como “estratégias-padrão” para lidar com a Covid19.

As vacinas trouxeram consigo a promessa de dias sem lockdowns, distanciamento social e máscaras. Dias em que seria possível retomar a “normalidade” perdida – ainda que alguns especialistas internacionais insistissem que essas medidas deveriam continuar, a despeito das vacinas: entrevista para o jornal eletrônico da prestigiada Cleveland Clinic, a infectologista Kristin Englund afirmou que “tomar a vacina não significa que você pode retornar instantaneamente à vida de antes. Até que tenhamos atingido algum nível de imunidade de rebanho, a vacina será nada além de mais uma camada de proteção contra a Covid19”.

Entretanto, em junho de 2021, o CDC dos EUA já anunciava que pessoas vacinadas poderiam retomar completamente as atividades de antes da Pandemia, sem necessidade de usar máscaras ou fazer distanciamento social.

Com essas promessas sobre a mesa, as campanhas de vacinação em massa contra o Covid19 avançaram em todo o mundo, e alguns padrões curiosos começaram a emergir. Analisemos inicialmente 6 “cases” nacionais:

O CASO DE GOIÁS

A campanha de vacinação contra a covid-19 em Goiás (GO) teve início em janeiro de 2021. Até 14.06.201, 25% dos goianos haviam recebido a primeira dose da vacina e quase 10% a segunda dose.

Contudo, em 14.06.2021, GO apresentava uma média de mortes semanais por Covid19 quase 20% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

O CASO DA BAHIA

A campanha de vacinação contra Covid19 na Bahia (BA) teve início em janeiro de 2021.
Até 14.06.201, mais de 27% dos baianos haviam recebido a 1a dose da vacina e mais de 10% a segunda dose.

Contudo, em 14.06.2021, a BA apresentava uma média de mortes semanais por Covid19 50% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

O CASO DO RIO GRANDE DO SUL

A campanha de vacinação contra Covid19 no Rio Grande do Sul (RS) teve início em janeiro de 2021. Em termos proporcionais, o RS está entre os estados que mais vacinaram sua população: em meados de junho de 2021, 33% dos gaúchos já haviam recebido a primeira dose da vacina e 14% já receberam a segunda dose.

Contudo, ao mesmo tempo, o RS passou a apresentar uma média de mortes semanais por Covid19 200% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

 

O CASO DO PARANÁ

A campanha de vacinação contra a covid-19 no Paraná (PR) teve início em janeiro de 2021.
Até 14.06.201, 28% dos paranaenses haviam recebido a primeira dose da vacina e mais de 11% a segunda dose.

 

Contudo, em 14.06.2021, o Paraná apresentava uma média de mortes semanais por Covid19 250% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

 

O CASO DE MINAS GERAIS

A campanha de vacinação contra Covid19 em Minas Gerais (MG) teve início em janeiro de 2021. Até 14.06.201, 25% dos mineiros haviam recebido a primeira dose da vacina e quase 12% a segunda dose.

Contudo, em 14.06.2021, MG apresentava uma média de mortes semanais por Covid19 250% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

 

O CASO DO MATO GROSSO DO SUL

A campanha de vacinação contra a covid-19 no Mato Grosso do Sul teve início no dia 18 de janeiro. Em termos proporcionais, o MS também está entre os estados que mais vacinaram sua população. Contudo, após vacinar 33% de sua população com a primeira dose e 13.47% com a segunda dose, o MS apresentava uma média de mortes semanais por Covid19 300% MAIOR que a média no pico da doença em 2020:

 

O CASO DO BRASIL

E os aumentos observados nos estados de Goiás (20%), Bahia (50%), Rio Grande do SUl (200%), Paraná (250%), Minas Gerais (250%) e Mato Grosso do Sul (300%) não são exatamente “pontos fora da curva”: no Brasil como um todo, a média de mortes semanais por Covid19 no final de junho de 2021 estava 91% MAIOR que a média semanal de mortes no pico da doença em meados de julho de 2020 – quando nenhuma campanha de vacinação em massa estava em curso.

E o caso dos estados brasileiros e do Brasil como um todo tampouco representa uma exceção à regra:

O CASO DA ÍNDIA

A Índia iniciou sua campanha nacional de vacinação contra o Covid19 em 16 de janeiro de 2021. Apenas nos primeiros 100 dias do ano, a Índia administrou mais de 141 milhões de doses de vacinas contra Covid19.

Contudo, a média de mortes semanais por Covid19 no final de junho de 2021 na Índia estava 69% MAIOR que a média semanal de mortes no pico da doença em meados de setembro de 2020 – quando nenhuma campanha de vacinação em massa estava em curso naquele país.

O CASO DA MONGÓLIA

A Mongólia iniciou sua campanha nacional de vacinação contra o Covid19 em 23 de fevereiro de 2021. Na época, o país apresentava uma média semanal de ZERO mortes por Covid19. Quatro meses após o início da imunização, a Mongólia apresentava uma média semanal de TREZE mortes por Covid19.

O CASO DO URUGUAI

O Uruguai iniciou sua campanha de vacinação contra a Covid19 em 1o de março de 2021. Na época, o Uruguai apresentava uma média semanal de 4 mortes por Covid19. Poucos meses após o início da imunização, o Uruguai apresentava uma média semanal de 41 mortes por Covid19 – ou DEZ VEZES MAIOR.

O CASO DO REINO UNIDO

O Reino Unido iniciou sua campanha de vacinação contra a Covid19 em 8 de dezembro de 2020. Em 21 de junho de 2021, o Reino Unido apresenta uma média de 11 mortes semanais por Covid – exatamente a mesma média que apresentava em 27 de agosto de 2020, mais de 3 meses antes de adotar qualquer campanha de vacinação.

O CASO DE ISRAEL

Israel começou sua campanha de vacinação contra Covid19 em 19 de dezembro de 2020, tendo o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu como garoto-propaganda: ele foi a primeira pessoa no país a receber a vacina. Em 03 de fevereiro de 2021, a campanha foi estendida para qualquer pessoa acima de 16 anos de idade.

Israel tem sido citado como um caso de sucesso da campanha mundial de vacinação contra a Covid19: em junho de 2021, o país apresentava 56,9% da população completamente vacinada, com a média semanal de mortes por Covid19 igual a ZERO:

Todavia, em 21 de junho de 2020 (exatamente 1 ano atrás), na ausência de qualquer vacina, a média semanal de mortes por Covid19 em Israel TAMBÉM era ZERO:

Vale observar que, desde o início da Pandemia, o pico de mortes semanais por Covid19 em Israel ocorreu em 25 de janeiro de 2021, começando a despencar a partir de 27 de janeiro de 2021:

Exatamente em 25 de janeiro de 2021, Israel possuía 14,4% de sua população totalmente vacinada:

Em 27 de janeiro de 2021, o percentual de pessoas totalmente vacinadas em Israel havia subido para 17,1%:

Isto exposto, duas perguntas devem ser feitas com relação ao caso de Israel:

1) Será que 17% de imunização populacional é o limiar de vacinação para que uma imunidade rebanho se eleve ao ponto de controlar o vírus?

2) Se isto está correto, como explicar então o fato de que exatamente 1 ano atrás, SEM QUALQUER VACINA, Israel obteve o MESMO controle da Pandemia, zerando a média semanal de mortes por Covid19?

UM RESUMO DO MUNDO

Desde o início das campanhas de vacinação em massa, a média semanal mundial de mortes por Covid19 aumentou 20% em relação ao pico da pandemia em 2020, quando NENHUMA vacina estava disponível.

Não vou abordar aqui em pormenores a avalanche de efeitos adversos relatados, incluindo possibilidade de associação com acidentes cerebrais isquêmicos, tromboses, miocardite, epilepsia focal e outros. Não obstante, se estas vacinas foram desenvolvidas dentro dos devidos parâmetros de segurança e eficácia, exatamente qual o motivo de estarmos observando um aumento da média semanal de mortes por Covid19 em vários países (inclusive no Brasil) justamente após o início de campanhas de vacinação em massa que deveriam diminuir estas mesmas mortes?

A despeito do que está sendo feito em outras nações, o Estado brasileiro, em suas diversas instâncias (Executiva, Judiciária e Legislativa) e em suas diversas esferas (Federal, Estadual e Municipal), certamente deve ao povo que o sustenta esclarecimentos absolutamente claros e periodicamente atualizados sobre:

1) Quais efeitos adversos potencialmente associados a estas vacinas na população brasileira estão sendo observados, notificados e tabulados?

2) Qual o risco que estas vacinas representam para cada estrato de faixa etária em nosso país?

3) Qual o porcentual de pessoas vacinadas que faleceram vítimas da Covid19 (incluindo o tipo da vacina utilizada, a idade da vítima e o tempo entre o óbito e a imunização)?

Sem respondermos a estas perguntas, e considerando as disparidades nas estatísticas de segurança e eficácia – conforme observado em países que apostaram na vacinação em massa como uma maneira de vencer o vírus e testemunharam suas taxas semanais de mortes por Covid19 dispararem –, é simplesmente IMORAL estabelecer qualquer tipo de certificado ou passaporte de vacinação, e é ainda mais INDECENTE estimular a aplicação de imunizantes por meio de coerção e cerceamento dos direitos civis.

Se este é o rumo que o Brasil decidiu tomar – por tirania de algumas autoridades, pelo silêncio covarde de alguns, pela ignorância de muitos ou pela inação demagoga de outros –, eu posso apenas lamentar. Uma parcela significativa de nossa população está sendo colocada em um risco compulsório cujas consequências NENHUMA dessas “autoridades” irá arcar.

7 COMENTÁRIOS

  1. bem colocado, sem dúvida. Resta explicar porque teve aquele aumento apenas passageiro de mortes no Reino Unido e Israel – a vacina já matou todas que eram para matar? Os dois paises já voltaram ao nível comum de gripe nessa época do ano (agora início do verão).
    Tb queria saber porque em outros paises não houve um aumento marcado com o início das campanhas de vacinação, Alemanha, Áustria, Itália? Foi que lá eles não testaram os vacinados por PCR enquanto ainda vivos para evitar estragar a estatística? Foi que eles receberam outros lotes das vacinas, menos letais, para evitar colocar em risco a campanha em si?
    Falta ainda uma crítica profunda do teste PCR que não é válido de jeito nenhum!! Como falar de mortos por Covid se não houver um teste válido? Acho meio dificil. Na minha opinião ainda buscamos o primeiro morto por SARS-Cov2 porque ainda não foi apresentado um teste que comprova uma infecção por este vírus.

  2. São muitas perguntas sem respostas e eu fico me perguntando como esses dados simplesmente estão sendo ignorados no mundo inteiro Dr, o povo está completamente cego, adormecido sendo levado para o matadouro e não se dá conta que essas vacinas são o veneno que a elite globalista produziu pra controlar ainda mais o rebanho! Triste, muito triste!

  3. Não sou da área médica, mas nesse estudo faltam fatores como: Novas e mais nocivas variantes do vírus ao longo do tempo; Uma análise do perfil das internações e dos mortos após início da vacinação ( faixa etária, localidades, etc) x vacinados..
    É nítido que o aumento das mortes e casos está ligado ao “liberou geral”…quando haviam “menos” mortes ano passado havia efetivamente, por um bom período, o Lockdown e diversas restrições.. Há também uma fadiga dos profissionais de saúde e restrição de leitos e até medicação em todo o país. Muitos estão morrendo por falta de possibilidade de atendimento correto.

  4. As vacinas são todas experimentais. Não há eficácia comprovada. A pergunta que fica é a seguinte. Viramos ratos de laboratório? Com todo respeito aos ratos, que prestam grande serviço à ciência.

  5. Não tomei e não tomarei qualquer vacina que me use como cobaio!
    Quando e se alguma vacina apresentar níveis de eficácia similares aos das vacinas Sabin, BCG, Antivariólicas, anti-rábicas, entre muitas outras, vou pensar em, eventualmente, mudar de ideia!

  6. Esses dados causam pouco impacto nas pessoas, as vezes me pergunto se vale a pena mostrar, já que muitos estão dispostos a aceitar as vacinas sem questionar …

  7. Se possível ,eu gostaria de resposta:
    porque na Inglaterra e EUA estavam ansiosos por essa vacina (esperimental) ?
    Será que, tanto aqui quanto Lá, a Boiada esquizofrênica pensam semelhante ?

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